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Com Rebeca Andrade de volta, o Brasil assegura quatro finalistas no Mundial de Ginástica de 2026

Brasil garante quatro finais no Mundial de Ginástica 2026, com Rebeca Andrade de volta, e segue na luta por vaga direta em Los Angeles 2028.

Com Rebeca Andrade de volta, o Brasil assegura quatro finalistas no Mundial de Ginástica de 2026

Redação Prancheta Viva

Com Rebeca Andrade de volta, o Brasil assegura quatro finalistas no Mundial de Ginástica de 2026

Contexto: Roterdã, retorno de Rebeca Andrade e briga por vagas em LA28

A seleção feminina brasileira garantiu vaga em quatro finais do Campeonato Mundial de Ginástica Artística 2026, realizado nesta segunda-feira (19) em Roterdã, nos Países Baixos. A classificação levou o Brasil às decisões por equipes, individual geral, salto e trave.

O cenário tem peso especial. Rebeca Andrade volta a competir em mundiais após a última disputa nas Olimpíadas de Paris, em 2024. O time brasileiro para a fase de finais reúne Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis e Sophia Weisberg.

A oitava colocação geral, com 159.131 pontos, mantém o Brasil na disputa pelas três primeiras vagas diretas aos Jogos Olímpicos LA28. Outras nações classificadas incluem China (com duas equipes representadas no texto base, além de WG2), EUA, Itália, Japão, França e Canadá.

19 de outubro: eliminatórias, notas e decisões do elenco

A classificatória por equipes foi o primeiro grande resultado da etapa de Roterdã. A final por equipes acontece na quarta-feira (21) e será o primeiro grande desafio do grupo brasileiro.

Com Rebeca Andrade de volta, o Brasil assegura quatro finalistas no Mundial de Ginástica de 2026

No salto, Rebeca Andrade assumiu a liderança geral das eliminatórias com excelentes execuções. As notas 14.400 e 14.266 credenciaram a ginasta para a final em busca do tricampeonato no aparelho.

A volta de Rebeca Andrade ao Mundial de 2026 foi pontual. A atleta optou por se apresentar apenas no salto e na trave, deixando de disputar o solo para focar na construção de uma nova série de barras assimétricas na próxima temporada.

Na trave, Rebeca estreou com 13.033 após sofrer uma queda, mas manteve a motivação em alta. Em declaração ao Comitê Olímpico, ela afirmou estar feliz e orgulhosa do desempenho da equipe. Mesmo muito realizada na carreira, a ginasta disse que o que a faz acordar todos os dias é saber que pode contribuir com o grupo e seguir competindo no esporte que ama.

Flávia Saraiva também foi destaque. Ela se classificou para a final do individual geral com a 12ª melhor soma das classificatórias, 53.566. A carioca assumiu a liderança provisória da trave com a nota 14.400 e garantiu presença na final do aparelho. Flavinha admitiu ter tido desempenho abaixo do esperado no solo e no salto e busca ampliar seu currículo de pódios após as medalhas conquistadas em 2023.

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Lorrane Oliveira assegurou vaga na final do individual geral, entrando na 21ª posição pelo limite de duas atletas por país. Aos 28 anos e após mais de uma década sem competir nos quatro aparelhos simultaneamente, ela somou 52.165, com destaque para a melhor nota brasileira nas barras assimétricas, 13.700.

Thais Fidelis e Sophia Weisberg complementaram as rotações brasileiras abrindo apresentações e garantindo pontos importantes na somatória final da equipe. Em registros de Melogym/CBG, Thais Fidelis e Sophia Weisberg aparecem como parte da disputa por equipes.

21 a 25 de outubro: programação do Brasil nas finais

  • 21 de outubro (quarta-feira) – 14h30: Final por equipes feminina.
  • 23 de outubro (sexta-feira) – 14h30: Final do individual geral, com Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira.
  • 24 de outubro (sábado) – 09h00: Finais por aparelhos: salto, com Rebeca Andrade, e barras assimétricas.
  • 25 de outubro (domingo) – 09h00: Finais por aparelhos: trave, com Flávia Saraiva, e solo.

O que o Brasil leva para as finais

Com a classificatória concluída, o Brasil chega às finais com quatro frentes abertas. A final por equipes marca o primeiro desafio coletivo do grupo. O individual geral coloca Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira entre as finalistas. No salto, Rebeca Andrade lidera as eliminatórias e disputa o terceiro título mundial no aparelho. Na trave, Flávia Saraiva aparece com a liderança provisória.

Para a torcida que acompanha a ginástica artística, o recorte é direto: a seleção brasileira voltou a um Mundial com nomes de peso, manteve viva a briga por vaga direta em LA28 e distribuiu suas forças entre equipes, individual geral, salto e trave.

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As análises e previsões apresentadas neste artigo refletem exclusivamente a opinião editorial e foram elaboradas a partir de dados públicos disponíveis. Não garantimos resultados, placares, medalhas ou classificações. Este site não oferece, não promove e não recomenda qualquer forma de apostas, loterias, cassinos ou jogos de azar. Pessoas menores de idade estão proibidas de participar de qualquer atividade relacionada a apostas.

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