Ancelotti estreia com atuação medíocre e erro de Hugo na volta da Seleção
Carlo Ancelotti estreou na volta da Seleção Brasileira com atuação medíocre e erro do goleiro Hugo, insistindo no 4-2-4 — esquema que ele próprio havia abandonado antes da eliminação vexatória para a Noruega na Copa. A mudança de ideia do técnico duas vezes sobre o sistema tático gerou indefinição e revolta entre os torcedores, que cobram respostas sobre a identidade do time no novo ciclo.
Redação Prancheta Viva
um esquema que nasceu polêmico
Desde que assumiu a Seleção Brasileira, o técnico Carlo Ancelotti fez uma aposta clara: montar o time em um 4-2-4, esquema ofensivo que depende muito de volume e equilíbrio no meio-campo. A escolha dividiu opiniões entre torcedores e comentaristas — afinal, poucas seleções de elite jogam com quatro atacantes em linha, e o risco de ficar em desvantagem numérica no meio é um tema clássico de debate tático.
Antes da estreia: o próprio técnico recuou
Às vésperas da estreia na Copa, segundo o relato, o próprio italiano percebeu que o esquema não daria certo e recuou da ideia. Ou seja: foi o treinador quem identificou, antes da bola rolar, as limitações do 4-2-4 com o elenco disponível. Naquela altura, o plano inicial foi deixado de lado em favor de outra estrutura.
A eliminação para a Noruega
A campanha terminou cedo. A eliminação vexatória para a Noruega se tornou o marco negativo do ciclo e colocou o trabalho de Ancelotti sob pressão máxima da torcida. A queda chamou atenção não só pelo resultado, mas pela sensação de que a Seleção não encontrou uma identidade tática estável ao longo da competição.
O novo recado: insistir no que ele mesmo criticou
Agora, no primeiro jogo após a eliminação, veio a parte que mais indignou o torcedor brasileiro: Ancelotti voltou a insistir no 4-2-4 — justamente o esquema que ele próprio havia reconhecido como um erro antes da estreia. A repetição do plano que já havia sido descartado pelo próprio treinador reforçou o clima de indefinição em torno do time.
Onde isso deixa a Seleção
O momento é de avaliação. O Brasil sai da Copa com uma eliminação amarga e entra em um novo ciclo de jogos com duas perguntas no ar: se o 4-2-4 tem, de fato, condições de funcionar com este elenco — e por que o técnico mudou de ideia duas vezes sobre ele. Até que a próxima partida esclareça o panorama, a torcida segue sem resposta — e com razões de sobra para cobrar.
Redação Prancheta Viva
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