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Alcaraz pede o fim das partidas de madrugada nos torneios de Grand Slam

Carlos Alcaraz aproveitou sua participação na Laver Cup, em Londres, para criticar novamente as sessões noturnas dos torneios de Grand Slam. Após disputar a partida mais tardia da história do US Open, o espanhol defende mudanças no formato, alegando impactos na recuperação dos atletas e na experiência do público. A decisão final cabe aos organizadores, que ainda não anunciaram alterações.

Redação Prancheta Viva

A queixa

Carlos Alcaraz está em Londres para disputar a Laver Cup, mas o assunto que dominou suas declarações na Inglaterra não foi o torneio por equipes. O espanhol voltou a criticar a programação dos torneios de Grand Slam — especialmente as sessões noturnas, que costumam empurrar partidas para horários extremos.

Para o espanhol, é preciso haver mudanças no formato das noites de torneio, e ele considera que até mesmo encerrar um jogo à meia-noite já é algo a se questionar. Em outras palavras, para Alcaraz, nenhum jogo deveria chegar a esse ponto na madrugada.

O pano de fundo

A crítica tem origem concreta: no US Open, Alcaraz protagonizou a partida que terminou mais tarde na história do torneio, um marco negativo que reacendeu o debate sobre o calendário e o horário de início das sessões noturnas nos Slams. A questão não é nova no circuito — jogadores e torcida discutem há tempos os efeitos de partidas longas que se estendem de madrugada, tanto na recuperação física dos atletas quanto na experiência de quem está nas arquibancadas ou acompanhando pela TV.

O momento atual

A Laver Cup, em Londres, serviu de palco para o reforço da posição de Alcaraz. Embora o evento seja uma competição por equipes, sem a pressão de um Grand Slam, o espanhol aproveitou a atenção da mídia para reafirmar seu posicionamento sobre o tema.

O desafio, porém, segue de pé: qualquer alteração nas sessões noturnas de um Grand Slam depende de decisão das organizações dos torneios, que lidam com direitos de transmissão, bilheteria e agenda global do circuito. Enquanto isso, a voz de um dos principais nomes do tênis mundial dá peso político à discussão — e coloca pressão para que a conversa saia do papel.

Onde estamos: o debate segue aberto. Alcaraz cumpriu seu papel de pautar a questão publicamente; a bola agora está com os organizadores dos Grand Slams, que ainda não anunciaram mudanças no formato das sessões noturnas.

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