Qual protocolo de segurança salvou a vida do piloto do carro que explodiu no Speedway, em Balneário Camboriú?
Piloto teve alta após carro explodir no Speedway, em Balneário Camboriú; chassi, roupas antichamas e socorro evitaram ferimentos graves.

Por Redação Prancheta Viva
Antes da pista: o que a organização apontou como preparação
No sábado (17), durante a noite, o piloto Zuar Maciel sofreu um acidente no evento “Área 48”, realizado no Speedway Music Park, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.
Segundo a Speedway, os veículos de arrancada passam por vistorias de segurança antes de competir. O objetivo é verificar se atendem aos requisitos necessários para entrar na pista.
Marcel Pires, diretor operacional da Speedway, explicou que os carros são preparados para suportar impactos e reduzir riscos aos competidores. Eles contam com estruturas de chassi resistentes, projetadas para manter a área ocupada pelo piloto protegida mesmo em colisões severas.
As roupas utilizadas pelos competidores também fazem parte do conjunto de segurança: são antichamas e ajudam a proteger o corpo em situações de incêndio.
Sábado (17): a rodada, a batida e a explosão
Imagens feitas pelo público mostram o carro rodando antes da colisão. Na parte final da pista, Zuar Maciel perdeu o controle, bateu contra o muro, o veículo explodiu e pegou fogo.
Com o impacto, o automóvel ficou destruído. O motor se desprendeu e caiu sobre o asfalto. O acidente assustou o público que acompanhava a competição.
Atendimento: inchaço no braço e alta hospitalar
Apesar da gravidade do acidente, o piloto foi socorrido pela equipe de primeiros socorros do evento sem ferimentos graves. Segundo a organização, ele apresentou apenas um inchaço no braço, recebeu atendimento e teve alta hospitalar ainda ontem.
Protocolo após acidentes e a posição da Speedway
Em nota, a Speedway afirmou que mantém procedimentos de segurança para reduzir os riscos durante as provas, embora acidentes não possam ser totalmente eliminados em competições automobilísticas.
“Como é qualquer prova de automobilismo, acontecem acidentes e de arrancada não é diferente. A estrutura do carro impede que aconteça algo grave”, explicou Marcel Pires.
Após acidentes, o protocolo prevê ainda o atendimento inicial no local e o encaminhamento do piloto para avaliação médica em um hospital, mesmo quando os ferimentos aparentam ser leves.
O que se sabe até agora
O caso de Zuar Maciel teve, até o momento informado pela organização, desfecho com alta hospitalar após atendimento por um inchaço no braço. O carro foi destruído, o motor se desprendeu sobre o asfalto, e a Speedway reconheceu que, mesmo com vistorias, chassis resistentes, roupas antichamas e primeiros socorros, acidentes não podem ser totalmente eliminados em provas de arrancada.
Outros registros citados no material de reprodução
O pacote de reproduções usado na cobertura também traz outros episódios relacionados a automobilismo e eventos:
- A morte, aos 92 anos, de um empresário e fundador de um clube tradicional em Santa Catarina, descrita com o registro “Legado que jamais será esquecido”.
- A fala “Temos que respeitar”, atribuída a um amigo de Schumacher, ao revelar um “lado humano” e não reprovar a decisão da família após um acidente.
- O registro de um piloto blumenauense que sofreu grave acidente e ficou internado em unidade de terapia intensiva durante uma corrida no Paraná, com material de Marcas Brasil Racing e ND.
- O susto com um carrinho de rolimã que atropelou a plateia durante a 7ª Corrida Maluca, em Biguaçu, também reproduzido pelo ND.
Fonte: ND Mais, com imagens e registros de @RedeWebTVOficial, redes sociais, YouTube, Instagram @alistaarea48, Marcas Brasil Racing e Reprodução/ND.
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