Danilo reconhece domínio limitado no meio-campo e detalha estratégia para Vini e Estêvão
Danilo avalia que o meio-campo do Brasil não acompanhou Vini Jr e Estêvão, deixando a seleção vulnerável no empate em 1 a 1 com a Austrália.
Redação Prancheta Viva
Antes da bola rolar: aposta nos duelos individuais
O plano do Brasil era explorar os duelos individuais de Vini Jr e Estêvão para abrir espaços na defesa da Austrália. Em Townsville, a seleção brasileira partiu para uma proposta tática com quatro jogadores mais ofensivos, buscando pressão pelas laterais e infiltrações no último terço.
No decorrer do jogo: quatro atacantes contra linha de cinco
O desenho tático virou um teste de força no meio-campo. Com quatro atacantes e a Austrália organizada em linha de cinco, o time brasileiro teve pouco controle da bola no setor central. O placar de 1 a 1 mostra o efeito do plano ofensivo, mas também a instabilidade entre os setores.
Depois do empate: avaliação de Danilo
A avaliação veio por Danilo, que assumiu a camisa 5 usada por Casemiro na Copa do Mundo. Para ele, o empate em Townsville revelou o dilema do time: Vini Jr e Estêvão criaram situações individuais, mas o meio-campo não acompanhou o volume ofensivo.
O que fica para a torcida
O ponto somado em Townsville deixa a seleção brasileira em um momento de ajuste. O gol saiu, mas o meio-campo ainda precisa ser mais equilibrado. A camisa 5, usada por Casemiro na Copa do Mundo e agora assumida por Danilo, representa justamente a função de proteger o espaço entre os quatro atacantes e a linha de cinco adversária.
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