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Hugo Souza perde mais uma oportunidade com a seleção e volta a evidenciar suas fragilidades

Hugo Souza foi titular no empate em 1 a 1 do Brasil com a Austrália, sua primeira partida como titular em quase um ano. O jogo expôs novamente sua fraqueza em bolas aéreas, justamente contra um adversário que aposta em jogo direto. A atuação evidencia os motivos da aposta e da cautela da comissão técnica, que decidirá se o goleiro terá novas chances nas próximas convocações.

Redação Prancheta Viva

A escalação que chamou atenção

Hugo Souza foi escalado como titular da seleção brasileira nesta sexta-feira (25), no empate em 1 a 1 com a Austrália. A última vez que o goleiro havia começado uma partida pelo time principal havia sido há quase um ano — o que fazia dessa convocaçăo, na prática, um teste concreto do técnico para avaliar sua fase atual.

Para a torcida que acompanha o goleiro nos clubes, a chance tinha peso extra: defensores de camisa 1 precisam de sequência, e jogos de data Fifa contra adversários de estilo físico, como os australianos, costumam servir exatamente para esse tipo de avaliação.

O jogo e o problema recorrente

A partida terminou empatada em 1 a 1, mas o que mais chamou a atenção entre os brasileiros em campo foi justamente o desempenho de Hugo Souza em lances de bola aérea. O goleiro voltou a demonstrar dificuldade nesses lances — um ponto que já apareceu em outras oportunidades da sua carreira e que, neste jogo, voltou a ficar exposto.

Num confronto contra a Austrália, equipe que tradicionalmente aposta em jogo direto, altura e provocação de bola longa na área, essa fraqueza específica vira alvo imediato do adversário. Não por acaso, os momentos de maior aperto do Brasil passaram por cruzamentos e bolas alçadas na região central da defesa.

O que isso significa para Hugo Souza

O cenário deixa uma leitura clara para quem acompanha a disputa de posições no gol da Seleção: a titularidade nesta sexta-feira (25) foi uma oportunidade real, e o empate com a Austrália mostrou tanto o motivo da aposta quanto o motivo da cautela.

Do lado positivo, o goleiro foi testado contra um estilo de jogo que os rivais europeus e sul-americanos nem sempre apresentam — e aprender nesse tipo de confronto faz parte da formação de qualquer camisa 1. Do lado preocupante, a bola aérea continua sendo o capítulo que os avaliadores da comissão técnica vão revisar em vídeo antes da próxima lista de convocados.

Onde a situação está agora

O Brasil segue na janela de jogos com o 1 a 1 com a Austrália registrado e uma pergunta em aberto: se Hugo Souza terá nova chance para mostrar evolução — ou se a comissão técnica vai optar por outras alternativas na posição. A resposta deve vir nas próximas convocações, quando a disputa pelo gol do time canarinho entrar em novo capítulo.

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