Pelicans assinam contrato two-way com Julian Reese
Reese, não draftado em 2025, teve médias sólidas no Wizards e na G League; agora recebe do Pelicans um contrato de duas vias para provar valor.

Redação Prancheta Viva
Contexto: saída de Maryland sem escolha no draft e vínculo com a G League
Julian Reese entrou no mercado da NBA em 2025 sem ter sido escolhido no draft, vindo de Maryland. A ausência de seleção no draft não encerrou o caminho: em agosto, o atleta foi adquirido pelo time afiliado do Denver Nuggets na G League e, em seguida, foi dispensado.
A G League funciona como liga de desenvolvimento da NBA, onde os times afiliados observam jogadores que podem receber oportunidades no elenco principal. Para atletas que não foram draftados, esse é normalmente o espaço onde se ganha minutos, rotina profissional e chance de provar valor para outras franquias.
Desenvolvimento: números que sustentam a aposta
Na temporada passada, Reese disputou 13 partidas pelo Washington Wizards, com médias de 11.8 pontos, 10.5 rebotes, 1.8 assistências e 1.4 roubos de bola em 30.9 minutos.
Em 42 partidas na G League, ele registrou médias de 8.5 pontos, 7.2 rebotes e 1.3 assistências em 18.0 minutos.
A combinação entre minutos altos com o Washington Wizards e volume grande de jogos na G League mostra um atleta que teve espaço para ser testado em diferentes contextos, tanto no nível NBA quanto no desenvolvimento da G League. Os números também dão base para o time de New Orleans entender onde Reese pode ajudar: presença no garrafão, capacidade de marcar pontos e tempo de jogo suficiente para mostrar consistência.
Último movimento: contrato de duas vias em New Orleans
Julian Reese e o New Orleans Pelicans assinaram um contrato de duas vias, formato conhecido na NBA como Two-Way. Esse tipo de vínculo permite que o jogador alterne entre o time da NBA e o time afiliado da G League, dentro das regras da liga, dando às franquias flexibilidade para observar desempenho, necessidade de minutos e adaptação ao elenco principal.
Para o torcedor, a notícia é um recomeço. O time de New Orleans ganhou mais uma peça para acompanhar no banco, na rotação e na G League, enquanto Reese recebe nova chance de mostrar valor após a passagem por Washington e a dispensa do afiliado do Denver Nuggets.
O que isso significa para a torcida
O contrato não garante vaga permanente no elenco principal, mas cria um ciclo de observação: o técnico do New Orleans Pelicans poderá usar Reese em treinos, jogos e possivelmente na G League para avaliar se as médias de 11.8 pontos e 10.5 rebotes com o Washington Wizards ou o volume de 42 partidas na G League se traduzem em minutos em New Orleans.
Para quem acompanha a NBA, o recomeço vale menos como surpresa e mais como teste de profundidade: o Pelicans adiciona um atleta com números registráveis, e Reese precisa responder em um novo time sem ter sido escolhido no draft em 2025. A resposta para a torcida virá conforme Reese mostrar se consegue transformar a chance em duas vias em espaço real na rotação do New Orleans Pelicans.
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